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	<title>UNIC Rio - Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil</title>
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	<description>Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil - UNIC Rio</description>
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		<title>Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação – 17 de maio de 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://unicrio.org.br/dia-mundial-das-telecomunicacoes-e-da-sociedade-da-informacao-17-de-maio-de-2012/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://www.itu.int/en/wtisd/PublishingImages/women.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação – 17 de maio de 2012" title="Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação – 17 de maio de 2012" /></a>"(...) As tecnologias de informação e comunicação já beneficiam mulheres e meninas de várias formas. O comércio eletrônico está expandindo as oportunidades para o empreendedorismo." Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação – 17 de maio de 2012" src="http://www.itu.int/en/wtisd/PublishingImages/women.jpg" title="Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação – 17 de maio de 2012" class="alignleft" width="220" height="151" /><strong>Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon</strong></p>
<p>Saúdo o enfoque nas mulheres e meninas ao escolhê-las como tema do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação.</p>
<p>As tecnologias de informação e comunicação já beneficiam mulheres e meninas de várias formas. O comércio eletrônico está expandindo as oportunidades para o empreendedorismo. Os telefones celulares permitem que as parteiras possam fazer um parto mais seguro. As redes sociais virtuais permitem que as mulheres em todo o mundo se mobilizem como nunca antes para a democracia, a dignidade e os direitos humanos.</p>
<p>Sabemos, no entanto, que a tecnologia de informação e comunicação têm o potencial para causar danos. O &#8216;bullying&#8217; virtual, o tráfico humano impulsionado pela Internet e outros abusos são frequentemente dirigidos a mulheres e meninas. Devemos fazer tudo que é possível para acabar com estes crimes e promover uma maior segurança online para todos.</p>
<p>Num sentido mais amplo, devemos trabalhar para otimizar o poder das tecnologias de informação e comunicação de modo a apoiar o desenvolvimento sustentável. Ao reunir, divulgar e analisar a informação podemos acelerar as medidas para proteger os recursos naturais, combater as alterações climáticas e ajudar as pessoas vulneráveis, incluindo mulheres e meninas.</p>
<p>Isto é especialmente importante no contexto da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada no próximo mês no Brasil. Neste período de preparação da Conferência e, a seguir, especialmente ao implementar as decisões tomadas lá, as tecnologias de informação e comunicação podem tornar possíveis novas soluções e abordagens para um futuro sustentável.</p>
<p>Neste Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, apelo novamente para que se façam amplos esforços no intuito de encurtar tanto as disparidades de gênero, como de acesso aos meios digitais. Todos os indivíduos devem ser capazes de fazer o melhor uso das tecnologias de informação e comunicações para ajudar a criar o futuro que queremos.</p>
<p>________________________<br />
Mensagem em inglês, <a href="http://www.itu.int/en/wtisd/2012/Pages/ki-moon.aspx" target="_blank">clique aqui</a>. Saiba mais sobre o dia em <a href="http://www.itu.int/en/wtisd/Pages/default.aspx" target="_blank">www.itu.int/en/wtisd</a></p>

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		<title>Escritório Regional da ONU para Direitos Humanos saúda nomeação de integrantes da Comissão da Verdade no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados à imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://unicrio.org.br/escritorio-regional-da-onu-para-direitos-humanos-sauda-nomeacao-de-integrantes-da-comissao-da-verdade-no-brasil/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://acnudh.org/wp-content/themes/acnudh/img/logo-acnudh.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="ACNUDH América do Sul" title="ACNUDH América do Sul" /></a>O Representante Regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Amerigo Incalcaterra, parabeniza o Estado brasileiro pela nomeação dos sete membros da Comissão Nacional da Verdade, que visa esclarecer as violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988 no país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="ACNUDH América do Sul" src="http://acnudh.org/wp-content/themes/acnudh/img/logo-acnudh.jpg" title="ACNUDH América do Sul" class="alignleft" width="200" />O Representante Regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (<a href="http://www.acnudh.org" target="_blank">ACNUDH</a>), Amerigo Incalcaterra, parabeniza o Estado brasileiro pela nomeação dos sete membros da Comissão Nacional da Verdade, que visa esclarecer as violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988 no país.</p>
<p>Os integrantes da Comissão da Verdade são Rosa Maria Cardoso da Cunha, José Paulo Cavalcante Filho, José Carlos Dias, Gilson Dipp, Claudio Fonteles, Maria Rita Kehl e Paulo Sérgio Pinheiro.</p>
<p>“A Comissão da Verdade é uma ferramenta fundamental no cumprimento da obrigação que tem o Estado de esclarecer todas as violações contra os direitos humanos, sem importar o tempo transcorrido desde os acontecimentos”, disse Incalcaterra. “As Comissões da Verdade são um mecanismo para ajudar os Estados na reconstrução de uma parte importante da história do país e para orientar os seus esforços na procura de verdade, de uma efetiva reconciliação nacional e para evitar que fatos dessa gravidade se repitam no futuro”.</p>
<p>Incalcaterra lembrou que as vítimas e seus familiares têm o direito imprescritível de conhecer as circunstâncias envolvendo esses crimes. “A verdade é um direito cujo exercício ninguém, nem mesmo seu próprio titular, pode negar”, expressou.</p>
<p>O Representante Regional ofereceu aos integrantes da Comissão da Verdade a experiência internacional do ACNUDH, além de acompanhamento e assessoramento técnico para o cumprimento dos padrões internacionais de direitos humanos no desenvolvimento do seu mandato.</p>
<p>Navi Pillay, Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos, <a href="http://www.onu.org.br/navi-pillay-sauda-criacao-de-comissao-da-verdade-brasileira-para-investigar-violacoes-do-passado/" target="_blank">ressaltou em 2011</a> que a criação da Comissão da Verdade é um desenvolvimento “há muito aguardado”, que “mostra o compromisso do Brasil em tratar os direitos humanos em casa e em todos os lugares do mundo”, disse. “É uma primeira medida essencial e bem vinda para curar as feridas do país e esclarecer os erros do passado”.</p>
<p>Instituída pela lei 12.528, sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff em novembro de 2011, a Comissão Nacional da Verdade foi prevista no terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos do país em 2010. Espera-se que a Comissão da Verdade ajude a sociedade brasileira a compreender e reconhecer uma história questionada ou ainda negada, além de prevenir que se produzam novas violações, recomendando a adoção de reformas institucionais e políticas públicas.</p>

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		<title>Sol cada vez mais forte</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 22:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[PNUMA]]></category>

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		<description><![CDATA["Até pouco tempo atrás, muitos zombavam da ideia de uma economia verde. Mas os enormes avanços em áreas como energia solar mostram que ela está ganhando força, impulsionada por preocupações ambientais e por novos negócios". Por Achim Steiner, Diretor Executivo do PNUMA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Achim Steiner, Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).</strong></p>
<p>Em apenas dois anos, a ideia de uma economia verde, com seus vínculos com o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza, passou de tema interessante a um dos dois assuntos principais da próxima Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Muitas pessoas podem se perguntar se economia verde é apenas uma expressão agradável ou um caminho genuinamente novo para um século 21 sustentável, com baixas emissões de carbono e utilização eficiente dos recursos naturais. Será o abandono real dos modelos de desenvolvimento do passado que seus defensores proclamam ou mais um caso de novas roupas ambientais do imperador?</p>
<p>A resposta talvez possa ser encontrada em algumas extraordinárias mudanças em curso no setor de energia em todo o mundo. Muitas pessoas ainda zombam da ideia de que a energia solar possa ser algo além de um nicho de mercado para entusiastas ou um dispendioso elefante branco, exaltado excessivamente por ambientalistas ingênuos. Em 2002, um fundo de private equity estimou que as instalações de painéis solares fotovoltaicos poderiam ter capacidade de 1,5 gigawatts em 2010. Na verdade, 17,5 gigawatts estavam instalados em 2010, 130% mais do que em 2009. E as estimativas são que as instalações de novos painéis aumentaram ainda mais em 2010, elevando a capacidade global para cerca de 50 gigawatts — o equivalente a cerca de 15 reatores nucleares.</p>
<p>Tudo isso está ocorrendo não apenas em economias desenvolvidas, como Alemanha, Espanha e Estados Unidos, mas também em países como Bangladesh, Brasil, China, Índia, México e Marrocos. Segundo uma estimativa da consultoria IMS Market Research, mais de 30 países integrarão essa emergente revolução solar até 2015.</p>
<p>Nada disso surgiu por acaso. Alguns países mudaram logo para adotar a dimensão de energia de uma economia verde e introduziram as políticas públicas e os incentivos necessários. Uma capacidade industrial considerável foi acrescentada, reduzindo à metade os custos nos últimos dois anos. Aliás, os preços dos painéis solares devem novamente ter caído pela metade em 2011. Os painéis estão rapidamente se tornando uma alternativa atraente. Uma usina de energia nuclear pode levar de dez a 15 anos para ser construída; e uma usina de eletricidade a carvão, em torno de cinco anos. As usinas solares com capacidade de 5 a 10 megawatts hoje precisam de apenas três meses para passar do estágio de planejamento ao da construção. Com o advento de painéis inteligentes e preços determinados livremente pelo mercado, os painéis solares parecem bem posicionados para fornecer soluções rápidas e com amplas possibilidades de expansão.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia calcula que, para haver acesso universal à eletricidade em 2030, serão necessários investimentos adicionais da ordem de 33 bilhões de dólares anuais no setor de energia. Parece muito dinheiro, em especial depois da crise econômica e financeira que continua atingindo muitas partes do mundo. Mas o investimento novo apenas em painéis solares ficou em torno de 89 bilhões de dólares em 2010. Investimentos multibilionários também foram feitos em novas fazendas eólicas, usinas geotérmicas e numa série de outras tecnologias de energia renovável.</p>
<p>Os rebentos de uma economia verde estão surgindo por todo o setor de energia, impelidos por preocupações com mudanças climáticas, poluição do ar e segurança energética — bem como pelo desejo de gerar novos tipos de setores competitivos que criem empregos. Eles também podem ser vistos no crescimento das indústrias de reciclagem na Coreia do Sul ou na maneira como a Indonésia está considerando as florestas em seu planejamento social e econômico. O desafio da Rio+20 é chegar a um leque de políticas para o futuro que possa ser mobilizado, em parte ou no todo, para acelerar tudo isso.</p>
<p>Na última sessão do Fórum Global Ministerial Ambiental do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em Nairóbi, no Quênia, demos uma contribuição que é um marco para esse debate, com o lançamento do relatório &#8220;Uma transição para uma economia verde&#8221;. O documento analisa como um investimento global de 2% do PIB mundial na economia verde poderia desencadear crescimento econômico e resultados sociais positivos, mantendo a pegada de carbono da humanidade dentro de limites sustentáveis. Em particular, as escolhas catalisadoras para dez setores — de agricultura, pesca e florestas a transporte e construção civil — são tão importantes para os países em desenvolvimento quanto para as nações desenvolvidas. E são tão importantes para as economias estatais como para as economias de mercado.</p>
<p>Sempre haverá os que sorriem ceticamente diante da simples menção da expressão &#8220;economia verde&#8221;, desconsiderando essas mudanças de longo alcance. Já é hora de colocar os números na mesa e mostrar como os avanços na energia solar estão apenas começando a indicar que eles estão errados. Os ventos estão — felizmente — soprando a favor da sustentabilidade. Quanto antes todos acordarem para esse fato, melhor para nós.</p>
<p>__________________________________________<br />
Artigo originalmente publicado no Especial Exame CEO &#8211; Rumo à economia verde em maio de 2012. Saiba mais sobre o PNUMA: http://www.pnuma.org.br/</p>

                            <div id="aspdf">
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		<title>ONU apresenta campanha para a Rio+20</title>
		<link>http://unicrio.org.br/onu-apresenta-campanha-para-a-rio20/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 15:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados à imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos UNIC Rio]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[O Futuro que Queremos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio+20]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://unicrio.org.br/onu-apresenta-campanha-para-a-rio20/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://www.onu.org.br/rio20/img/2012/05/RIO_Future_PO_banner.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="RIO_Future_PO_banner" /></a>O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) convida a imprensa para o lançamento da conversa global <strong>O Futuro que Queremos</strong> que será realizada no dia 14 de maio, às 10h30, no Palácio Itamaraty, Rio de Janeiro (Av. Marechal Floriano, 196).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.onu.org.br/rio20/img/2012/05/RIO_Future_PO_banner.jpg" alt="" title="RIO_Future_PO_banner" width="405" class="aligncenter size-full wp-image-827" /></p>
<p><strong>O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (<a href="http://www.unicrio.org.br/" target="_blank">UNIC Rio</a>) convida a imprensa para o lançamento da conversa global <strong>O Futuro que Queremos</strong>, que será realizada no dia 14 de maio, às 10h30, no Palácio Itamaraty, Rio de Janeiro (Av. Marechal Floriano, 196).</strong></p>
<p>A iniciativa, desenvolvida em conjunto com o Comitê Nacional Organizador (CNO) da Rio+20, é composta de diversas ações que serão apresentadas à mídia brasileira. A primeira delas é uma campanha, desenvolvida pelo Grupo Ogilvy Brasil especialmente para as Nações Unidas, intitulada <strong>Eu sou Nós</strong>, que incentiva os brasileiros a participarem da Rio+20 através do envio de textos, fotos ou vídeos, para o site em português de <strong>O Futuro que Queremos</strong>.</p>
<p>Brasileiros anônimos e famosos se juntaram a esta conversa global para compor as diversas peças de divulgação que serão apresentadas à imprensa na segunda-feira.</p>
<p>Outra iniciativa que será mostrada durante a coletiva é a Agenda Total (AT). A AT é uma ferramenta de comunicação inédita, que será o principal instrumento de interação da ONU com a sociedade civil brasileira durante a Rio+20 por ser uma plataforma de colaboração e compartilhamento de conteúdo online, através da qual todos os usuários poderão compartilhar a programação e os eventos planejados para a Rio+20, tanto da agenda oficial como da paralela oficial e da Cúpula dos Povos.</p>
<p>Estarão presentes na coletiva de imprensa o Ministro Laudemar Aguiar, Secretário Nacional do CNO; Sérgio Amado, Presidente do Grupo Ogilvy no Brasil; Giancarlo Summa, Diretor do UNIC Rio e Vice-Porta-Voz da Rio+20; e Silvana de Matos, Coordenadora da AT junto à sociedade civil.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p><strong>Lançamento da conversa global &#8216;O Futuro que Queremos&#8217;</strong><br />
<strong>QUANDO</strong>: 14 de maio (segunda-feira), às 10h30<br />
<strong>ONDE</strong>: Palácio Itamaraty – Rio de Janeiro (Av. Marechal Floriano, 196 – Centro)<br />
<strong>A imprensa precisa confirmar presença pelo email vanessa.oliveira@unic.org ou pelo telefone (21) 2253-2211.</strong></p>
<h3>Informações à imprensa</h3>
<p>Para informações em português, entre em contato com Valéria Schilling ou Gustavo Barreto, do Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio), nos telefones (21) 2253-2211, (21) 8202-0171 e (21) 8185-0582, ou pelo e-mail rio20@onu.org.br</p>

                            <div id="aspdf">
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		<title>Com apoio da ONU, Prêmio Abdias Nascimento abrirá inscrições em 11 de maio</title>
		<link>http://unicrio.org.br/com-apoio-da-onu-premio-abdias-nascimento-abrira-inscricoes-em-11-de-maio/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 16:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos UNIC Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Abdias Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Abdias Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://unicrio.org.br/com-apoio-da-onu-premio-abdias-nascimento-abrira-inscricoes-em-11-de-maio/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://www.premioabdiasnascimento.org.br/Imagens/ABDIAS-CHESTER%20HIGGINS-NYC-1991.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="Com apoio da ONU, Prêmio Abdias Nascimento abrirá inscrições em 11 de maio" title="Com apoio da ONU, Prêmio Abdias Nascimento abrirá inscrições em 11 de maio" /></a>Concurso oferece R$ 35 mil distribuídos em sete categorias: Mídia Impressa, Televisão, Rádio, Mídia Alternativa ou Comunitária, Fotografia, Internet e Especial de Gênero.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.premioabdiasnascimento.org.br/Imagens/ABDIAS-CHESTER%20HIGGINS-NYC-1991.jpg" width="405" alt="Com apoio da ONU, Prêmio Abdias Nascimento abrirá inscrições em 11 de maio" title="Com apoio da ONU, Prêmio Abdias Nascimento abrirá inscrições em 11 de maio"></p>
<p>O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, com apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (<a href="http://www.unicrio.org.br" target="_blank">UNIC Rio</a>) e outros parceiros, lançará o catálogo do <a href="http://www.premioabdiasnascimento.org.br/" target="_blank">Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento</a> em 10 de maio. As inscrições para a 2ª edição do concurso estarão abertas de 11 de maio a 31 de julho.</p>
<p>O Prêmio oferece R$ 35 mil distribuídos em sete categorias: Mídia Impressa, Televisão, Rádio, Mídia Alternativa ou Comunitária, Fotografia, Internet e Especial de Gênero. Criado em homenagem ao ativista histórico dos direitos humanos, simboliza a busca de um jornalismo mais plural nas redações. O propósito é estimular a produção de conteúdos jornalísticos sobre temas relacionados à população negra.</p>
<p>Heraldo Pereira participará do evento num bate-papo sobre “A questão negra e a imprensa no Brasil”. A programação inclui ainda a exibição do documentário com os melhores momentos de 2011 e a performance do ator José Araújo, numa homenagem especial ao ex-senador Abdias Nascimento, falecido no ano passado aos 97 anos.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p><strong>O que:</strong> Lançamento do catálogo Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento e anúncio da abertura das inscrições<br />
<strong>Quando:</strong> 10 de maio, às 10 horas<br />
<strong>Local:</strong> Rua Evaristo da Veiga, 16 &#8211; 17º andar, Centro – RJ<br />
<strong>Informações: </strong><a href="http://www.premioabdiasnascimento.org.br/" target="_blank">www.premioabdiasnascimento.org.br</a></p>

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		<title>Vitória rumo ao crescimento inclusivo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 21:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Mensagens]]></category>

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		<description><![CDATA["Em 26 de abril de 2012 a sociedade brasileira pôde, com orgulho, lançar mais uma mensagem de esperança à comunidade internacional (...)" Por Francisco Filho, Assessor do IPC-IG.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Francisco Filho, Assessor do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.</strong></p>
<p>O dia 26 de abril de 2012 será uma data recordada como uma das mais importantes da recente história democrática do Brasil no que se refere à mobilidade social. Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF), a instância mais elevada do ordenamento jurídico nacional, considerou constitucional a política de cotas étnico-raciais da Universidade de Brasília (UnB). Neste mês de abril, em que se celebram os 50 anos de história da UnB e de suas contribuições ao desenvolvimento nacional, a decisão do STF respalda a universidade como celeiro de inovações e como palco da luta da sociadade brasileira pela igualdade e inclusão. O Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG) — primeiro organismo da ONU sediado na capital federal, saúda a decisão da Suprema Corte e parabeniza o povo brasileiro por mais essa conquista histórica na trajetória do crescimento inclusivo.</p>
<p>Pensar em crescimento inclusivo requer a consideração da premissa segundo a qual as sociedades com menores índices de desigualdade tendem a ter melhor desempenho no processo de desenvolvimento. Por um lado, o crescimento inclusivo garante que todos possam participar no processo de crescimento econômico, em termos de tomada de decisão e consolidação das instituições democráticas de participação cidadã. Por outro lado, garante que todos possam compartilhar equitativamente os benefícios do crescimento. Nesse sentido, crescimento inclusivo implica participação e compartilhamento de benefícios. Participação sem redistribuição torna o crescimento injusto; redistribuição sem participação social torna o processo excludente.</p>
<p>O IPC-IG defende a responsabilidade da ação do Estado como indutor do crescimento inclusivo. Por considerar a reserva de vagas para afrodescendentes mecanismo legítimo e eficaz para a promoção da mobilidade e da participação social para não brancos, julga as cotas instrumento efetivo a ser consolidado e promovido em todo o país. Como subsídio ao debate, o IPC-IG publicou na semana passada a versão em português do artigo &#8220;Houve alguma mobilidade social para não brancos no Brasil?&#8221;, que remete a estudo completo publicado pelo Centro em 2007 intitulado &#8220;Sobre discriminação racial e desigualdade no país&#8221;. Ambas as publicações foram conduzidas pelo ex-economista do IPC-IG e atual técnico de pesquisa e planejamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Rafael Guerreiro Osório.</p>
<p>Os estudos trouxeram mensagens claras à sociedade: as pessoas de descendência africana e outros não brancos continuam super-representados entre os pobres; a raça continua a ser um determinante muito importante da estratificação, principalmente ao se examinar o status relativo dos grupos e não apenas dos indivíduos. Mostramos que os não brancos, como um grupo, experimentaram muito pouca mobilidade social nos últimos 30 anos. O fato destaca que a posição socioeconômica dos não brancos tem-se mantido notavelmente estável e previsível durante longo período de tempo.</p>
<p>A discussão sobre estratégias para o crescimento inclusivo vem recebendo grande atenção por parte de governos de vários países em desenvolvimento e emergentes, com destaque para Brasil, Índia, China e África do Sul. A profunda crise econômica que afeta os países desenvolvidos conclama os povos a participar das discussões sobre novo paradigma de desenvolvimento, mais humano e inclusivo. Em 26 de abril de 2012 a sociedade brasileira pôde, com orgulho, lançar mais uma mensagem de esperança à comunidade internacional: estamos sim comprometidos com a inclusão e a mobilidade social.</p>
<p>__________________________________________<br />
Artigo originalmente publicado no <em><a href="https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/4/30/vitoria-rumo-ao-crescimento-inclusivo" target="_blank">Correio Braziliense</a></em> em 30/04/2012. Saiba mais sobre o IPC-IG: <a href="http://www.ipc-undp.org/HomePort.do" target="_blank">http://www.ipc-undp.org/HomePort.do</a></p>

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		<title>&#8220;Não é um 1º de maio qualquer&#8221; &#8211; Mensagem do Diretor-Geral da Organização Internacional do Trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 17:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[OIT]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://unicrio.org.br/nao-e-um-1o-de-maio-qualquer-mensagem-do-diretor-geral-da-organizacao-internacional-do-trabalho/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://www.oit.org.br/sites/default/files/imagecache/News_200px/topic/gender/img/news_823.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>"Esquecemos de que o trabalho é fonte de dignidade pessoal, estabilidade familiar, paz nas comunidades e, sem dúvida alguma, credibilidade na democracia, o que é fundamental para a governabilidade. Em muitas partes do mundo perdeu-se a noção básica de que o trabalho não é uma mercadoria", afirma Juan Somavia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mensagem do Diretor-Geral da OIT, Juan Somavia, para o Dia Internacional do Trabalho </strong></p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.oit.org.br/sites/default/files/imagecache/News_200px/topic/gender/img/news_823.jpg" alt="" width="300" height="160" />Neste 1º de maio, milhares de pessoas se manifestam em todo o mundo. O que há de novo. Na verdade, muito.</p>
<p>Em muitos lugares do mundo a crise econômica golpeia os trabalhadores e suas famílias. E põe em evidência como as políticas macroeconômicas de décadas atrás minaram o valor do trabalho decente.</p>
<p>Esta situação é mais evidente em economias avançadas e, em especial, na Eurozona, onde as políticas para enfrentar os altos níveis da dívida pública estão criando um grande custo social que cedo ou tarde terá que ser pago.</p>
<p>O atual modelo de crescimento econômico considera o trabalho como um custo de produção que deve manter-se baixo para elevar a competitividade e os ganhos. Por outro lado, os trabalhadores são vistos como consumidores para os quais oferecer empréstimos, mais do que oportunidades de participar da riqueza que ajudam a criar.</p>
<p>Esquecemos de que o trabalho é fonte de dignidade pessoal, estabilidade familiar, paz nas comunidades e, sem dúvida alguma, credibilidade na democracia, o que é fundamental para a governabilidade. Em muitas partes do mundo perdeu-se a noção básica de que o trabalho não é uma mercadoria.</p>
<p>Por isso, este não é um 1º de maio qualquer. Há os que acreditam que é possível sair desta crise com as mesmas receitas do passado. Estão equivocados, não é mais uma crise.</p>
<p>Quando as taxas de desemprego juvenil rondam os 50% em países como Espanha e Grécia, fica claro que estamos no limite desta recessão gerada pela austeridade. Tratam-se de políticas que ignoram os valores da justiça e da solidariedade que guiaram a União Europeia e que estão no centro de seus principais tratados. Para pagar a dívida, ignora-se que precisamos de crescimento e emprego. São políticas que estão longe das Convenções da OIT e se esquecem do papel fundamental que o diálogo social pode jogar em tempos de crise.</p>
<p>Precisamos de políticas de consolidação fiscal que sejam socialmente responsáveis. Na democracia, é mais importante contar com a confiança a longo prazo das pessoas – especialmente dos mais vulneráveis – que ganhar o apoio a curto prazo dos mercados.</p>
<p>Globalmente, a maioria das grandes empresas e o sistema financeiro em geral recuperaram-se da crise, ainda que alguns especialistas considerem o sistema bancário “frágil”. Os governos gastaram bilhões para essa recuperação. Os trabalhadores, ao contrário, não receberam o mesmo tratamento. Entendemos, então, que neste 1º de maio, em muitos países as pessoas sintam que alguns bancos são demasiado grandes para quebrar, enquanto que elas são demasiado pequenas para ser levadas em conta.</p>
<p>Que podemos fazer? Devemos mudar o modelo de crescimento da economia global. Sem dúvida, trata-se de um modelo que criou muita riqueza. Mas esta riqueza concentrou-se em poucas mãos ou não conseguiu o tipo de crescimento inclusivo que se supunha gerar.</p>
<p>Necessitamos um tipo de crescimento que beneficie o meio ambiente, promova o bem estar das pessoas e reduza as desigualdades. Sua medida de êxito deve ser o número de empregos de qualidade que cria e não a porcentagem de crescimento do PIB.</p>
<p>O sistema financeiro deve estar a serviço da economia real em vez de especular com o dinheiro das pessoas. Os bancos devem voltar ao seu papel original, que era o de oferecer empréstimos para que as empresas sustentáveis invistam e criem empregos. As políticas laborais, sociais e ambientais devem ser tão importantes como as políticas macroeconômicas. Este não é o caso atual.</p>
<p>Devemos avançar rumo a uma globalização que responda às expectativas das pessoas. Isso significa, em primeiro lugar, a possibilidade de acesso a um trabalho com remuneração justa e direitos laborais. Em resumo, um trabalho em condições dignas. Isto foi o que, em seu momento, permitiu o surgimento das classes médias em todos os lados.</p>
<p>Agora, a classe média está ameaçada, porque cada vez mais está difícil conseguir um trabalho decente.</p>
<p>Este preocupante cenário diz respeito a todos os países. Nenhuma nação ou região pode bastar-se por si mesma. Se queremos avançar rumo a uma nova era de justiça social, precisamos cooperação, diálogo e, sobretudo, liderança. Uma liderança alimentada por valores humanos. E, entre esses valores, é central a dignidade do trabalho.</p>

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		<title>Dia Mundial da Liberdade de Imprensa &#8211; 3 de maio de 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 17:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Liberdade de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://unicrio.org.br/dia-mundial-da-liberdade-de-imprensa-3-de-maio-de-2012/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://wa1.www.unesco.org/new/typo3temp/pics/fea49c605a.jpg;pvd44df31e4c9b63bf" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>"Liberdade de expressão é um dos nossos direitos mais preciosos. Sustenta toda a liberdade aos outros e fornece uma base para a dignidade humana." Mensagem conjunta do Secretário-Geral da ONU e da Diretora-Geral da UNESCO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mensagem conjunta do Secretário-Geral da ONU e da Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de maio de 2012.</strong></p>
<p><img src="http://wa1.www.unesco.org/new/typo3temp/pics/fea49c605a.jpg;pvd44df31e4c9b63bf" width="405"></p>
<p>Liberdade de expressão é um dos nossos direitos mais preciosos. Sustenta toda a liberdade aos outros e fornece uma base para a dignidade humana. Imprensa livre, pluralista e independente é essencial para o seu exercício. Esta é a mensagem do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. A liberdade de imprensa implica na liberdade de ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras, como previsto no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Essa liberdade é essencial para as sociedades saudáveis e dinâmicas.</p>
<p>As mudanças no mundo árabe demonstraram o poder das aspirações de direitos, quando combinado com novas e velhas mídias. A recém-descoberta liberdade de imprensa está prometendo transformar as sociedades através de uma maior transparência e responsabilidade. É abrir novas formas de comunicar e compartilhar informações e conhecimentos. Poderosas novas vozes estão mais altas – especialmente as dos jovens &#8211; onde ficavam caladas antes. É por isso que este ano o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é centrado no tema “Novas vozes:  a liberdade da  mídia ajudando a transformar sociedades”.</p>
<p>A liberdade de imprensa também enfrenta pressões severas em todo o mundo. No ano passado, a UNESCO condenou o assassinato de 62 jornalistas que morreram em decorrência do exercício da função. Esses jornalistas não devem ser esquecidos e os crimes não devem permanecer impunes. Como a mídia se move virtualmente, outros jornalistas on-line, incluindo blogueiros, estão sendo perseguidos, atacados e mortos por seu trabalho. Eles devem receber a mesma proteção que os trabalhadores tradicionais da mídia.</p>
<p>Em 13 e 14 de setembro de 2011 foi realizada na UNESCO, a primeira reunião interinstitucional das Nações Unidas sobre a segurança dos jornalistas ea questão da impunidade. Foi produzido um plano de ação da ONU para construir um ambiente mais livre e seguro para os jornalistas e profissionais de mídia em todos os lugares. Ao mesmo tempo, continuaremos a fortalecer as bases legais para a mídia livre, pluralista e independente, especialmente em países submetidos à transformação ou à reconstrução após conflito. Em um momento de sobrecarga de informação, temos que ajudar especialmente os jovens a desenvolver habilidades críticas e um melhor conhecimento de mídia.</p>
<p>O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é a nossa oportunidade de levantar a bandeira na luta para avançar na liberdade dos meios de comunicação. Apelamos aos Estados, meios profissionais e organizações não governamentais em todos os lugares para unir forças com as Nações Unidas para promover a liberdade online e offline de expressão, de acordo com princípios internacionalmente aceitos. Este é um dos pilares dos direitos individuais, uma base para sociedades saudáveis e uma força de transformação social.</p>
<p>_____________________________<br />
Visite o site do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, <a href="http://www.unesco.org/new/es/communication-and-information/flagship-project-activities/world-press-freedom-day/homepage/" target="_blank">em espanhol</a>.</p>

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		<item>
		<title>Dia Internacional do Jazz &#8211; 30 de abril de 2012</title>
		<link>http://unicrio.org.br/dia-internacional-do-jazz-30-de-abril-de-2012/</link>
		<comments>http://unicrio.org.br/dia-internacional-do-jazz-30-de-abril-de-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 23:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://unicrio.org.br/dia-internacional-do-jazz-30-de-abril-de-2012/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://wa2.www.unesco.org/new/typo3temp/pics/4ac17d9ec6.jpg;pvd24a1fafc986b499" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="Foto: UNESCO" title="Foto: UNESCO" /></a>O jazz tem desafiado quase todas as tentativas de definição. O crítico musical John Fordham pode ter chegado mais perto quando descreveu a música de Miles Davis como "o som da batida do coração, da respiração ofegante, do sorriso súbito”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mensagem da diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, por ocasião do Dia Internacional do Jazz, 30 de abril de 2012.</strong></p>
<p><img src="http://wa2.www.unesco.org/new/typo3temp/pics/4ac17d9ec6.jpg;pvd24a1fafc986b499" width="405" alt="Foto: UNESCO" title="Foto: UNESCO"></p>
<p>Martin Luther King Jr. disse certa vez que “jazz expressa a vida”. Este é o espírito do primeiro Dia Internacional do Jazz. O jazz tem desafiado quase todas as tentativas de definição. O crítico musical John Fordham pode ter chegado mais perto quando descreveu a música de Miles Davis como &#8220;o som da batida do coração, da respiração ofegante, do sorriso súbito”.</p>
<p>Jazz é música de criatividade sem limites. Composição de mistura e improvisação, o formal e o informal, que se renova cada vez que é tocado. Nascido nos Estados Unidos, o jazz é de propriedade do mundo. Enraizado nas tradições africanas e desenhado nas formas europeias, recebeu novos formatos em culturas de todo o mundo. O jazz aproveita ao máximo a diversidade do mundo, atravessando facilmente as fronteiras e aproximando as pessoas.</p>
<p>O jazz tem sido uma força para a transformação social positiva ao longo de sua história, e permanece assim até hoje. É por isso que a UNESCO criou o Dia Internacional do Jazz. Desde suas raízes na escravidão, esse gênero musical tem levantado uma voz apaixonada contra todas as formas de opressão. Ele fala uma linguagem de liberdade que é significativa para todas as culturas. Os mesmos objetivos que orientam a UNESCO em seus esforços para construir pontes de diálogo e entendimento entre todas as culturas e sociedades. Trabalhamos com os governos e as sociedades e também com artistas, incluindo Herbie Hancock, Embaixador da Boa Vontade da UNESCO. Tirar o máximo da diversidade cultural é uma tarefa que todos nós compartilhamos.</p>
<p>É por isso que este primeiro Dia Internacional do Jazz será comemorado com shows em todo o mundo, de Muscat até Moscou, Yerevan até Havana, Paris e Nova York até Nova Orleans. Cada um desses concertos vai mostrar o poder do jazz para aumentar a dignidade humana, respeito e paz. É o momento de compartilhar as maravilhas que vêm do som da batida do coração, da respiração ofegante, do sorriso súbito. Jazz conecta pessoas, culturas e o mundo. Esta é a nossa mensagem.</p>
<p>___________________________<br />
Saiba mais na página especial da UNESCO, <a href="http://www.unesco.org/new/en/unesco/events/prizes-and-celebrations/celebrations/international-days/international-jazz-day/" target="_blank">em inglês (clique aqui)</a>.</p>

                            <div id="aspdf">
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		<item>
		<title>Dia em Memória de Todas as Vítimas de Armas Químicas – 29 de abril de 2012</title>
		<link>http://unicrio.org.br/dia-em-memoria-de-todas-as-vitimas-de-armas-quimicas-29-de-abril-de-2012/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 21:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>UNIC Rio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[armas químicas]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção de Armas Químicas]]></category>
		<category><![CDATA[OPAQ]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://unicrio.org.br/dia-em-memoria-de-todas-as-vitimas-de-armas-quimicas-29-de-abril-de-2012/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://downloads.unmultimedia.org/photo/medium/103/103771.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="UN Photo/Shankar Kunhambu" title="UN Photo/Shankar Kunhambu" /></a>'Ao recordar ao mundo o martírio provocado pelas armas químicas, apresentamos o argumento mais persuasivo para declará-las permanentemente ilegais e para estabelecer e verificar, através da Convenção de Armas Químicas (CAQ), uma proibição ampla e juridicamente vinculada.']]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon.</strong></p>
<p><img src="http://downloads.unmultimedia.org/photo/medium/103/103771.jpg" alt="UN Photo/Shankar Kunhambu" title="UN Photo/Shankar Kunhambu"></p>
<p>O Dia em Memória de todas as Vítimas de Armas Químicas é uma ocasião para chorar por aqueles que sofreram com essas armas desumanas e renovar nossa determinação em erradicá-las da face da Terra.</p>
<p>Ao recordar ao mundo o martírio provocado pelas armas químicas, apresentamos o argumento mais persuasivo para declará-las permanentemente ilegais e para estabelecer e verificar, através da Convenção de Armas Químicas (CAQ), uma proibição ampla e juridicamente vinculada.</p>
<p>Este ano é marcado pelo 15º aniversário da entrada em vigor da CAQ. Hoje, 188 Estados que representam 98% da população mundial fazem parte da Convenção que eles mantêm como um forte instrumento. Peço aos oito Estados que permanecem fora da Convenção que a ratifiquem o mais breve possível. Não existe desculpa para atrasos para livrar o nosso planeta destes instrumentos de sofrimento e de morte.</p>
<p>Através de fortes disposições, a Convenção proporciona um regime internacional eficaz para verificar a destruição da existência de armas químicas e impedir que reapareçam. Isto reduzirá a ameaça de terrorismo com armas químicas e reforçará o trabalho levado a cabo pelas Nações Unidas para prevenir o uso de armas de destruição em massa por terroristas.</p>
<p>A extensão do prazo para que os Estados completem a destruição das armas químicas é dia 29 de abril. Cerca de três quartos da existência declarada de armas químicas já foram destruídos. Aplaudo os esforços feitos pela Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) que buscam assegurar que todas as armas químicas sejam destruídas o quanto antes.</p>
<p>A Organização realiza previamente uma supervisão constante da indústria química tendo em vista evitar o reaparecimento destas armas. Até hoje, fez 2.200 inspeções em 82 países.</p>
<p>Parabenizo as conquistas alcançadas pela Convenção, mas não permitiremos que a memória das vítimas desapareça. Este dia é o momento para recordá-las da forma mais significativa possível, com a promessa de assegurar que as gerações futuras nunca sejam vítimas deste flagelo que estes seres humanos sofreram.</p>
<p>_________________________<br />
Saiba mais sobre o dia em <a href="http://www.un.org/en/events/chemwarfareday/index.shtml" target="_blank">www.un.org/en/events/chemwarfareday</a></p>

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